Não que não tenha que ser assim, mas se assim não fosse seria muito mais fácil. Não entendo porque é mais fácil negar a permissão do que é supostamente errado, do que agir por entender ser certo. Certo e errado são conceitos relativos, depende da ótica, do momento e até mesmo do estado de espírito, se é que isso existe. Só que ao pensar nisso um pouco mais, é fácil ver que a dificuldade não é em permitir-se fazer o que só nós achamos certo, mas se amedrontar diante da possibilidade quase que certeira de ser criticado por certos atos que você acredita que entenderão como errado, mesmo sabendo que no fundo você está sim certo. Sair do padrão, do politicamente aceitável, não é tarefa fácil. Mas quando foi que alguém disse que a vida seria um mar de rosas? Cresce aquele que sofre, aprende aquele que erra e se aventura aquele que arrisca. Não pretendo, nem quero, desbravar conceitos, quebrar barreiras, ser um revolucionário, ou as três coisas ao mesmo tempo. Definitivamente não tenho vocação para isso. Mas quero sim ter a chance e o direito de fazer minhas próprias escolhas, diante da minha ótica, de acordo com os meus sentimentos e razões, mas por que não? E se der algo errado, que mal há nisso? De tudo ficará o crescimento, o aprendizado e, claro, a aventura!
“Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe.” Oscar Wilde
“Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe.” Oscar Wilde